Critério 1: a área a iluminar
- É o primeiro número, e o que define quantas torres. Divida a área total pela cobertura declarada do modelo.
- Cobertura declarada supõe terreno aberto e sem obstrução. Pilar, pilha de material e desnível derrubam esse número na prática — considere folga.
- Errar a quantidade custa mais que errar o modelo: sombra em frente de serviço vira retrabalho e acidente.
Critério 2: existe rede elétrica no ponto?
Se existe, uma torre alimentada pela rede tem o menor custo de operação de todos.
Se não existe, a decisão é entre solar e diesel — e aí entra o critério do prazo.
Critério 3: prazo e número de turnos
- Obra longa de um turno, com sol disponível: a solar tende a ganhar pelo custo de operação.
- Prazo curto, três turnos ou inverno: a recarga solar não acompanha, e o diesel resolve.
- Obra remota: a autonomia por tanque vira o critério dominante, porque reabastecer significa deslocar caminhão.
Critério 4: como a torre chega lá
- Rebocável exige engate e veículo compatível — equipamentos da categoria passam de 900 kg.
- Modelo portátil vai em utilitário comum e entra onde a rebocável não entra.
- É o critério mais esquecido, e o que decide se a torre entra ou não no seu canteiro.
Perguntas frequentes
Como dimensionar a torre de iluminação para a minha obra?
Três perguntas, nesta ordem: qual a área em metros quadrados, se existe rede elétrica no ponto e por quantas horas por noite a frente trabalha iluminada. A área define o modelo e a quantidade; a energia define se cabe um modelo alimentado por rede ou se é preciso gerador integrado; a jornada define a autonomia necessária.
Qual erro mais comum na escolha?
Escolher pela potência em watts em vez da cobertura em m² e da altura do mastro. Watt é consumo; o que ilumina a frente é a área coberta e o ângulo que a altura permite.
Vocês entregam em todo o Brasil?
Sim. A fábrica fica em Barueri, na Grande São Paulo, e a entrega é programada por frete rodoviário para as demais regiões. Quanto maior a distância, mais vale dimensionar a quantidade de torres com folga na primeira entrega, porque viagem extra é custo e é dia de obra parado.
Locação ou compra: qual compensa?
É uma conta de prazo de uso. Obra pontual e projeto com data para acabar fecham melhor na locação, que não imobiliza capital nem deixa equipamento parado no pátio depois. Uso recorrente ao longo do ano tende a fechar na compra. Mande o seu cenário que devolvemos as duas contas lado a lado, sem escolher por você.
Por Revlo · Atualizado em Conteúdo produzido pela Revlo, fabricante das torres descritas nesta página. Números conforme a ficha de fábrica; specs de terceiros com fonte declarada. CNPJ 51.710.608/0001-40 · Av. Calil Mohamad Rahal, 730, Barueri/SP.
